
Velocidade furiosa a escala 1/43
Colecione os carros mais extraordinários desta mítica saga

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Entre no mundo de Velocidade Furiosa e conheça todos os detalhes deste fenómeno graças às reproduções dos velozes bólides, à descrição dos seus momentos mais inesquecíveis e muito mais.
Ao mesmo tempo, desfrute dos inumeráveis detalhes das miniaturas à escala 1/43 dos modelos mais espetaculares que irá receber em todas as entregas da já inesquecível saga Velocidade Furiosa.




























































Quando começou a rodagem da primeira entrega da saga Velocidade Furiosa, ninguém imaginava que se transformaria numa das séries mais populares na história do cinema. Velocidade Furiosa é hoje um fenómeno de massas que reúne milhões de seguidores em todo o mundo e não só graças aos filmes como também às suas bandas sonoras, aos videojogos e ao merchandising associado à saga.




Quando as ruas da cidade se transformam em improvisados circuitos, onde se põe à prova o rendimento dos motores e demonstra quem é o mais rápido ao volante, a emoção dispara. Porque, apesar de existirem desde há décadas, as corridas de rua nunca despertaram tanto entusiasmo. E tudo se deve ao grande protagonismo que têm na saga Velocidade Furiosa.




Quando os carros avançam a toda a velocidade, mas a corrida parece ter alcançado um impasse, existe a opção de recorrer ao botão mágico e ativar a injeção de óxido nitroso. Com o impulso de um foguete, o veículo ganha velocidade em questão de segundos. Uma experiência que só está à altura de pilotos experimentados e capazes de manter o sangue-frio a qualquer instante.




Os protagonistas da saga Velocidade Furiosa adoram as corridas e a velocidade. Desfrutam da condução porque conhecem em pormenor os seus bólides e a mecânica que quase lhes permite voar sobre o asfalto. Por isso costumam procurar novas peças com que possam melhorar o aspeto e o rendimento das suas máquinas.




Os melhores filmes de ação e aventuras conseguem-se graças ao contributo dos duplos de ação, homens e mulheres muito bem preparados que assumem enormes riscos para conseguir cenas espetaculares. E, como não podia deixar de ser, na saga Velocidade Furiosa estes profissionais têm um protagonismo digno de destaque.




Quando Dom Toretto conduziu pela primeira vez o Dodge Charger RT 1970, no final de The Fast and the Furious, o público voltou a sentir a febre pelos muscle cars. Tanto assim foi que, em 2007, a Chrysler FCA decidiu criar um modelo moderno com o espírito do Dodge Challenger original de 1970. Embora a nova geração prestasse homenagem aos seus emblemáticos antepassados, foram modernizadas as suas linhas e recebeu numerosas inovações. Mudanças que rapidamente se viram refletidas nas novas entregas de Velocidade Furiosa.




Luminosa, aberta e repleta de contrastes, a cidade de Miami adquire todo o protagonismo na segunda entrega da saga Velocidade Furiosa. As suas praias, ruas e impressionantes mansões constituem o cenário ideal para uma nova aventura recheada de risco e emoção.




Há uma certa tendência para pensar que uma pessoa que dirigiu os seus passos profissionais para o mundo da mecânica não tem uma ligação muito estreita com o mundo das letras. Mas, para romper com todos os clichês, aí está Jimmy. Porque este génio da mecânica, braço direito de Tej Parker, tanto afina um motor como improvisa um poema.




Entre os valores positivos que a saga Velocidade Furiosa defende encontra-se, sem qualquer dúvida, o da amizade. Desde o início, os protagonistas do conceito são guiados por esse nobre sentimento que os impele a prestar ajuda e a dar tudo pelos seus amigos sem esperar nada em troca.




Quer seja ao volante de um carro ou montado numa moto, Johnny Tran deixou claro que é um piloto mais do que experimentado. Mas, tanto como gosta dos motores, também o atraem as armas de fogo. E não hesita em utilizá-las quando alguém se interpõe no seu caminho. Ambicioso e violento, é o líder de um perigoso clã com o qual é melhor não criar inimizade.




Quando se anunciou que a estreia de Velocidade Furiosa 9 chegaria carregada de surpresas, ninguém imaginava que uma delas ia ser a apresentação do irmão oculto de Dom Toretto: Jakob, uma figura de passado sombrio e incontestáveis talentos, que aparece para se transformar num dos mais temíveis adversários dos nossos heróis.




Outro veículo mítico recuperado pela saga Velocidade Furiosa foi o Dodge Daytona, uma verdadeira maravilha concebida para cortar o ar como um autêntico raio. Na famosa série dos estúdios Universal, não só mostrou a sua velocidade, como chegou a ter de enfrentar um tanque.




A cidade de Los Angeles aparece numa vasta filmografia e foi a moldura perfeita para os filmes da saga Velocidade Furiosa, em que desempenhou um papel central como lar de Dom Toretto e o cenário de algumas corridas de tirar o fôlego.




Em princípio, toda a saga Velocidade Furiosa deveria decorrer na cidade de Nova Iorque, mas a ação acabou por se transferir para Los Angeles. Contudo, para todos os responsáveis da saga estava claro que, mais tarde ou mais cedo, acabariam por passar pela Grande Maçã. E, quando o fizeram, foi para rodar uma das sequências mais espetaculares da história do cinema.




Nunca conseguiu encontrar o seu lugar... até ganhar a primeira corrida. Impulsivo e rebelde, Sean Boswell sentiu uma estranha sensação de equilíbrio e harmonia quando o conseguiu e, desde então, nunca quis deixar de correr, embora para isso tivesse de aprender as mais complexas técnicas de condução. Eis, assim, o protagonista de The Fast and The Furious: Tokyo Drift.




A Dodge deu um grande passo no seu prestígio como fabricante de muscle cars – com início em finais da década de 1960 – melhorando, à base de potências e prestações, a geração do seu mítico Dodge Charger criada no início do segundo milénio. A paixão americana por automóveis potentes foi considerada pelos designers da marca e refletida com muito atrevimento na linha SRT. Neste caso, os engenheiros combinaram uma potência de mais de 700 Cv com a funcionalidade de uma berlina de quatro portas.




Embora inicialmente tenha tido um êxito enorme, o Ford Mustang começou a ceder espaço no mercado, tanto à concorrência interna de outros modelos Ford e Mercury como aos novos modelos de GM e Chrysler. As vendas diminuíam, pelo que o construtor procurou reagir oferecendo mais potência e luxo. Também apresentou edições especiais de orientação mais desportiva, conforme se ia consolidando o segmento dos pony cars.




Quatro anos após o seu lançamento, a Honda apresentou a atualização de meia-idade do Honda S2000. A ocasião foi aproveitada para melhorar certos aspetos da sua estética, condução e conforto. Além disso, o motor de curso longo F22C1 de 2,2 litros fez a sua aparição para agradar aos clientes norte-americanos, que estavam ansiosos por um maior débito de binário em regime de baixas rotações.




De todos os Chevrolet Chevelle SS produzidos, o modelo de 1970 foi o mais especial e potente da saga. Devido à pressão da concorrência, a General Motors anulou a regra de não montar motores com mais de 400 polegadas cúbicas em modelos intermédios, pelo que os seus Chevelle SS foram dotados de «músculo» mecânico. Por mérito próprio, este carro tornou-se num modelo muito cobiçado por colecionadores.




Um dos melhores carros produzidos no Reino Unido entre as décadas de 1960 e 1970 foi o Jensen Interceptor. Era um compêndio de luxo, elegância e altas prestações, características muito valorizadas pela imprensa da época. Os seus proprietários puderam desfrutar antecipadamente de elementos de equipamento e segurança que tardaram décadas até serem comuns em qualquer carro ligeiro de passageiros.




Apesar de ser um excelente carro, as vendas não foram as esperadas e a Mazda teve de se concentrar em modelos mais rentáveis. Durante a década de 1990, os coupés desportivos começaram a sofrer uma crise de vendas, algo que também afetou o Toyota Supra ou o Nissan Fairlady Z. Os japoneses puderam desfrutar das melhorias do Mazda RX-7 e de várias edições especiais, até o Mazda RX-8 continuar a saga dos coupés com motores rotativos.




A partir de 1970, os construtores dos Estados Unidos deram passos atrás nos números de potência e cilindrada dos seus modelos. Assim, o modelo mais potente da gama Chevrolet de 1973 era o Camaro Z28, com apenas 245 Cv. O Camaro SS e os seus motores big block desapareceram, por serem carros com pouca procura e de manutenção muito cara, devido ao aumento do preço do petróleo e dos prémios de seguro.




O grupo Chrysler aproveitou um nicho de mercado que estava livre, o dos muscle cars médios com um equipamento essencial e um preço inferior a 3000 dólares. A ideia foi tão boa, que o exemplo foi seguido pelo Dodge Super Bee. A primeira geração do Road Runner foi muito breve, de 1967 a 1970, mas revelou-se um êxito. O som da sua buzina foi um dos mais originais da época.




Após um breve lapso, desde a cessação das vendas do Nissan 300ZX (Z32), o seu sucessor tornou-se um dos carros desportivos mais atrativos da primeira década do novo milénio. A espera valeu a pena, especialmente na Europa e na América do Norte. O Nissan 350Z foi um verdadeiro ícone e vendeu mais de 100 000 unidades. Nenhum outro automóvel desportivo oferecia tanto em troca do preço que custava.




A vida comercial do Nissan Skyline GT-R foi relativamente curta, pois não chegou a cinco anos. Desde o início, a Nissan ofereceu um extra de exclusividade com versões especiais que se distinguiam pela preparação, equipamento e o nível de exigência procurado pelos seus proprietários, especialmente a partir de 2001. Não foi um modelo global, pelo que quase não teve vendas fora do Japão.




Sob a sua monstruosa aparência, este veículo é na realidade um chassi da pick-up Ford Super Duty® com uma carroçaria especialmente concebida para enfrentar ameaças urbanas que envolvam inclusivamente o uso de armas de fogo. Ganhou o seu lugar como um eficaz veículo para as forças de segurança e um dos 4x4 mais radicais do mundo, pelo menos em termos de proteção contra armamento ligeiro e inclusive minas terrestres.




Depois de uma longa espera, a Toyota colocou o Supra de quinta geração à venda em colaboração com a BMW. É um dos melhores coupés desportivos atualmente em circulação e um dos últimos que não dispõe de motores elétricos. Desde 2019, o GR Supra é o modelo mais desportivo e completo da Toyota, um carro exclusivo destinado a um nicho de clientes menor do que o das gerações anteriores.




O RX-8 da Mazda combinou com perfeição uma imagem desportiva, um comportamento dinâmico de referência na sua categoria e uma praticidade inédita. Foi o primeiro e único desportivo de quatro portas com motor rotativo e, nos seus primeiros anos, um verdadeiro êxito de vendas. A crise de 2008 relegou-o, sobretudo para o Japão, o seu país de origem, onde foi comercializado até 2012.




Uma receita simples, mas eficaz: transformar o Volkswagen Golf numa berlina média com uma bagageira de grande capacidade. O Jetta pode não ser o carro mais carismático ou famoso da marca sediada em Wolfsburg, mas há décadas que presta um serviço leal à empresa. Nos Estados Unidos, chegou a ser o carro europeu mais vendido.




Fiel ao nome Evolution, a Mitsubishi continuou a aperfeiçoar a fórmula de uma berlina com tração integral e extremamente rápida, mesmo que já não tivesse ligação com o carro que competia no WRC. As escassas diferenças estéticas foram acompanhadas por numerosas mudanças. Durante meses, os engenheiros tentaram compensar componentes mais pesados com outros mais leves e afinar cada detalhe.


























































































































































Entre no mundo de Velocidade Furiosa e descubra os dados mais curiosos e surpreendentes, assim como toda a informação sobre os filmes e as personagens. Seja mais um membro da incomparável família de Dom Toretto!

Cada um dos bólides que aparecem no ecrã é um modelo tão exclusivo que só poderá vê-lo nesta incrível saga. Trata-se, sem dúvida, de autênticas obras de arte realizadas pelos especialistas mais qualificados e que agora poderá conhecer em pormenor.

A história de todas as marcas do mundo automóvel, que contribuíram com os seus modelos para o êxito de Velocidade Furiosa e que constituem um marco na evolução desta indústria, desde os seus inícios até à atualidade.
Uma obra editorial única

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Dimensões: 40 x 30 cm, aprox.
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Entregue com o n.º 46

Este modelo, que fez furor quando apareceu em Fast & Furious 7, irá ocupar um lugar de honra na sua coleção. Não o deixe fugir!
Escala 1/43
Entregue com o n.º 68

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